Impulso Capital

Impulso Giro · Produto CGI

Patrimônio é alavanca. Alavanca é fôlego.

Capital de Giro Inteligente — Home Equity Empresarial reposicionado.

CGI (Capital de Giro Inteligente) troca dívida cara, curta e sufocante por operação estruturada, longa e barata. O imóvel próprio que está parado vira garantia institucional; a garantia destrava prazo; o prazo cria fôlego de caixa.

O que é

O que é o CGI?

CGI (Capital de Giro Inteligente) é uma modalidade de Home Equity Empresarial: a empresa usa um imóvel próprio como garantia para captar capital com prazo longo (até 240 meses) e custo competitivo. Em vez de produto de prateleira, é uma operação estruturada com tese, defesa de comitê e instituição compatível.

Home Equity Empresarial é o mecanismo: usar imóvel próprio como garantia pra captar capital com prazo longo (até 240 meses) e custo competitivo (a partir de ~1,1% am, dependente de LTV e instituição).

CGI é a aplicação inteligente desse mecanismo. Trocar dívida cara (capital de giro, cheque especial, antecipação) por estrutura barata e longa muda a equação da empresa: margem libera, caixa volta, capacidade de crescimento abre.

Comparação

CGI vs capital de giro bancário vs cheque especial PJ

As três alternativas resolvem caixa, mas em ligas diferentes. O cheque especial e o capital de giro rotativo são curtos, caros e sem garantia real — apagam incêndio. O CGI usa o patrimônio como alavanca para alongar o passivo e baixar o custo médio.

DimensãoCGI (Home Equity)Capital de giro bancárioCheque especial PJ
Custo indicativoA partir de ~1,1% a.m., conforme LTV e instituiçãoTipicamente muito mais alto, sem garantia realO mais caro do mercado; rotativo penaliza margem
PrazoLongo — até 240 meses, com carência possívelCurto a médio; renovação recorrenteSem prazo definido; dívida que não termina
GarantiaImóvel próprio em alienação fiduciáriaAval dos sócios, recebíveis ou nadaLimite da conta; sem garantia real
AmortizaçãoParcelas longas e previsíveis; carência inicialParcelas curtas pressionando o caixa mensalSem amortização — juros sobre juros no rotativo
Quando usarReorganizar capital: alongar passivo, trocar dívida cara, financiar expansãoNecessidade pontual de giro sem patrimônio a oferecerEmergência de poucos dias — nunca como linha permanente

Comparativo ilustrativo entre modalidades. Custos, prazos e condições variam por instituição e por análise individual da operação. A Impulso é boutique estruturadora — não banco nem securitizadora.

Pra quem é

Empresário com imóvel parado e caixa esticado

Empresa

Faturamento R$ 5MM–R$ 300MM, balanços organizados, histórico fiscal limpo, sócio engajado.

Garantia

Pelo menos 1 imóvel quitado (ou alienação fácil de portar), avaliado entre R$ 1MM e R$ 30MM.

Cenário atual

Capital de giro caro, cheque especial recorrente, factoring ou antecipação queimando margem.

Objetivo

Alongar passivo, reduzir custo médio, recuperar margem — ou capitalizar M&A, expansão, estoque.

Como estruturamos

4 etapas do diagnóstico ao desembolso

01

Diagnóstico

Mapa de dívidas atual + patrimônio + objetivo. Definimos se CGI faz sentido e ticket viável.

02

Tese

Escolhemos instituição (securitizadora, FIDC ou fundo), prazo, carência, custo, LTV.

03

Defesa

Documentação organizada, narrativa de negócio escrita, comitê apresentado pela mesa.

04

Operação

Aprovação, escritura, registro, desembolso. Dívida cara é quitada na sequência.

Cenários reais

Quando o CGI faz sentido?

O CGI faz sentido quando a empresa tem patrimônio imobilizado parado e carrega dívida cara, curta e recorrente — capital de giro, factoring, cheque especial. A partir de um ticket que justifique a estruturação institucional, a operação alonga o passivo, reduz o custo médio e devolve fôlego de caixa. Veja como na prática.

Indústria leve R$ 25MM — substituição de capital de giro

Antes

R$ 3MM em capital de giro bancário rotativo a 5,2% am. Custo financeiro mensal de R$ 156k drenando 40% da margem operacional.

Depois

CGI de R$ 3,5MM com galpão sede (R$ 8MM) em garantia, 1,35% am, 96 meses com 6 meses de carência. Custo mensal: R$ 47k. R$ 109k/mês voltaram pro caixa.

Distribuidor familiar R$ 12MM — consolidação de passivo

Antes

3 linhas bancárias somando R$ 1,8MM a custos entre 4-7% am. Cheque especial estourando dia 25 todo mês.

Depois

CGI consolidado de R$ 2,2MM com imóvel residencial do sócio em garantia, 1,4% am, 84 meses. Cheque especial zerado, 3 linhas quitadas, fluxo de caixa positivo.

Cenários ilustrativos baseados em casos reais. Valores, prazos e taxas variam por análise individual.

Perguntas frequentes

Antes de entrar em diagnóstico

CGI e Home Equity Empresarial são a mesma coisa?

São a mesma operação. CGI (Capital de Giro Inteligente) é o nome proprietário da Impulso para Home Equity reposicionado como ferramenta estratégica, não produto de prateleira. A diferença está na tese, na defesa do comitê e nas instituições acessadas — não no instrumento jurídico.

Preciso de imóvel quitado?

Idealmente sim, mas analisamos caso a caso. Imóvel com alienação ativa pode ser estruturado mediante portabilidade. O essencial é LTV confortável — a operação não compromete mais de 50-60% do valor do imóvel.

Que tipo de imóvel serve de garantia?

Residencial, comercial ou industrial — sede, galpão, sala, residência ou terreno urbano. Precisa ser documentado (matrícula limpa) e líquido (avaliação confirmando valor de mercado). Imóvel rural é analisado separadamente.

Qual o ticket mínimo da operação?

R$ 500k. Operações abaixo desse patamar não justificam a estruturação institucional — banco tradicional resolve mais barato. A partir de R$ 1MM o custo-benefício da Impulso fica claro; o sweet spot é R$ 2-15MM.

Quanto tempo leva?

30-60 dias do diagnóstico ao desembolso. Documentação organizada e patrimônio limpo fecham em 30; estruturas mais complexas (múltiplos imóveis, holding intermediária, portabilidade) chegam a 60-75 dias.

CGI não é empréstimo. É reorganização de capital.

Em 1 dia útil retornamos com tese inicial, ticket viável e instituição compatível.