Impulso Capital

Impulso Construção · Apoio à produção

Obra avança. Funding libera no mesmo ritmo.

Funding de obra liberado por etapa conforme avanço físico.

Apoio à produção financia a obra propriamente dita — 24-48 meses de prazo, liberação por marco físico (fundação, estrutura, alvenaria, acabamento). Garantia: cessão de recebíveis das vendas + alienação fiduciária de unidades.

O que é

Funding de obra que casa com cronograma físico

Apoio à produção complementa ou substitui o funding bancário (FGTS/Caixa) quando o banco não cobre o capex integral, demora demais ou exige garantia adicional inviável. Opera de 24-48 meses, com liberação casada ao avanço físico — fundação, estrutura, alvenaria, acabamento. Capital não fica parado e custo só conta sobre o que foi liberado.

A liberação por marco físico é o diferencial: engenheiro auditor independente confirma o percentual concluído antes de cada parcela. Isso protege a instituição e disciplina o cronograma da obra — sem capital parado acumulando juros e sem obra adiantando sem respaldo financeiro.

Pra quem é

Incorporadora com obra em curso e capex desafiado

Fase

Obra com fundação completa ou avançando — não pra terreno bruto.

VGV

R$ 50-500MM por SPE.

Vendas

VGV vendido entre 30-80% — recebíveis suficientes pra colateralizar.

Necessidade

Capex de obra precisa de fluxo, banco não cobriu integral ou está demorando.

Como estruturamos

Da auditoria física à liberação contínua

01

Auditoria física e financeira

Engenheiro auditor independente confirma % concluído. Auditoria de recebíveis e contratos vendidos.

02

Cronograma de liberação

Cada etapa = % do capex. Marcos físicos amarrados a parcelas. Sem capital parado.

03

Estrutura de garantias

Cessão de recebíveis (60-80% da carteira vendida) + alienação fiduciária de unidades.

04

Operação contínua

Engenheiro auditor mensal. Liberação automática por marco confirmado. Reporting institucional.

Cenários reais

Quando obra retoma ritmo

Comercial misto R$ 220MM VGV — obra travada

Antes

Obra na fundação. Banco recusou aumento de linha. Faltam R$ 40MM pro capex total. Cronograma derrapou 4 meses.

Depois

Apoio à produção R$ 40MM com securitizadora, 36 meses, liberação por marco físico. Engenheiro auditor mensal. Obra retomou em 60 dias e fechou na data.

Vertical residencial R$ 90MM VGV — complemento ao banco

Antes

Banco financiando 60% do capex. Faltam 25% (R$ 18MM) que sócios estavam injetando. Pressão sobre fluxo da holding.

Depois

Apoio à produção R$ 20MM complementar, FIDC parceiro, 30 meses, custo 1,3% am, liberação casada com banco. Sócios pararam de injetar.

Cenários ilustrativos baseados em casos reais. Estruturas, prazos e custos variam por análise individual.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes

Quando faz sentido?

Obra já em andamento, com VGV vendido entre 30-80%. Quando banco não cobriu integral, demorou ou exigiu garantia complementar inviável. Pode operar isoladamente ou em combinação com funding bancário existente.

Qual o ticket típico?

R$ 10-80MM por SPE. Liberação por etapa física confirmada por engenheiro auditor — não é tudo de uma vez.

Que garantia exige?

Cessão fiduciária de carteira de recebíveis (entre 60-80% da carteira vendida) + alienação fiduciária de unidades pendentes de venda. Em casos com VGV baixo vendido, entra aval pessoal.

Em quanto tempo entra a primeira liberação?

45-60 dias do diagnóstico à primeira parcela. Auditoria física da obra (engenheiro independente) e cronograma de marcos formalizado antes do primeiro desembolso.

Obra parada queima margem. Apoio à produção mantém ritmo.

Em 1 dia útil: cronograma sugerido de liberações, custo efetivo, instituição compatível.