Impulso Giro · Antecipação
Recebíveis são caixa esperando ser ativado.
Capital de curtíssimo prazo com cessão fiduciária.
Antecipação institucional substitui factoring caro e antecipação bancária burocrática por estrutura limpa: cessão fiduciária de carteira, FIDC ou securitizadora como veículo, custo previsível, ciclo recorrente.
O que é
Cessão fiduciária institucional vs factoring tradicional
Factoring foi historicamente a saída pra quem precisava destravar recebíveis. O problema: custo 4-8% am, coobrigação total, tarifa em cada operação, dependência de comprador que muitas vezes diluiu margem.
Cessão fiduciária institucional opera num plano diferente. FIDC ou securitizadora compra a carteira (ou aceita como garantia) com custo previsível, estrutura recorrente e relação direta com sacado quando faz sentido. Você antecipa quando precisa, não quando o intermediário decide.
Pra quem é
Carteira recorrente que pede mesa institucional
Carteira recorrente
Volume mensal R$ 2MM+ em recebíveis B2B, contratos longos ou duplicatas.
Sacado
Sacado com risco conhecido e baixa inadimplência (varejo, indústria, governo).
Ciclo
Ciclo de caixa esticado — vendas e cobranças com gap de 30-90 dias.
Crescimento
Empresa em crescimento que precisa girar capital sem comprometer estrutura.
Como estruturamos
Da auditoria de carteira à operação recorrente
01
Auditoria de carteira
Mapa de inadimplência, ticket médio, perfil de sacado, sazonalidade.
02
Estrutura
FIDC ou securitizadora certa, cessão fiduciária, condições e custo.
03
Implementação
Documentação, registro, contratos com sacados (quando aplicável).
04
Operação recorrente
Antecipações D+2, monitoramento mensal, ajuste de carteira.
Cenários reais
Quando factoring vira ineficiência
Distribuidor R$ 30MM faturamento — substituição de factoring
Antes
R$ 5MM/mês em factoring a 5,8% am + tarifas escondidas. Custo efetivo real 7,4% am. Margem operacional sangrando.
Depois
Estrutura de FIDC com cessão fiduciária da carteira, custo efetivo 2,1% am, antecipação D+2. R$ 5MM/mês continuam girando mas custo caiu pra R$ 105k de R$ 290k.
Indústria de embalagens R$ 80MM — carteira sazonal
Antes
3 picos anuais de antecipação (R$ 8-12MM cada), banco demorando 15 dias pra liberar e cobrando 4,5% am + IOF. Picos batendo de surpresa.
Depois
Securitização com lastro em carteira sazonal, R$ 15MM em saldo rotativo, custo 1,7% am. Picos absorvem sem fricção, banco fica de fora.
Cenários ilustrativos baseados em casos reais. Valores, prazos e taxas variam por análise individual.
Perguntas frequentes
O que perguntam antes de estruturar
Em que isso é diferente de factoring?
Factoring é compra de duplicatas com custo médio 4-8% am + tarifas. Antecipação institucional é cessão fiduciária de carteira pra FIDC ou securitizadora com custo 1,5-2,2% am, sem coobrigação completa, estrutura recorrente (sacado-direto), sem corretagem opaca.
Que tipo de recebível serve?
Duplicatas mercantis, contratos B2B com sacado conhecido (varejo grande, indústria, governo), aluguéis comerciais de longo prazo, recebíveis de cartão. Inadimplência histórica precisa ser baixa (<3% no rolling de 12 meses) e ticket médio relevante (R$ 500+).
Qual o volume mínimo?
Carteira mensal recorrente de R$ 2MM ou ticket de antecipação avulso de R$ 5MM. Abaixo disso, a estruturação não compensa o custo institucional — banco tradicional ou factoring resolve mais barato.
Preciso de garantia adicional?
Geralmente não. A garantia é a própria performance da carteira (cessão fiduciária dos recebíveis). Em estruturas mais avançadas, pode entrar alienação de imóvel ou aval pessoal pra reduzir custo — mas não é regra.
Em quanto tempo entra em operação?
Estruturação inicial 45-60 dias (auditoria de carteira, escritura, registro). Depois de operante, antecipações novas saem em D+2 (carteira já cadastrada na securitizadora).
Factoring corta margem. Antecipação institucional preserva.
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