Auditoria de carteira
Mapa de contratos, inadimplência, perfil dos compradores, sazonalidade de pagamento.

Impulso Construção · Securitização
Emissão de CRI com lastro nos recebíveis. Custo competitivo.
Securitização transforma carteira de recebíveis (contratos de venda de unidades) em CRI distribuído pra investidor qualificado. Custo competitivo com banco, prazo longo (até 180 meses), estrutura recorrente pra incorporadoras com pipeline contínuo.
O que é
Securitização destrava capital travado em carteira de recebíveis que, sem estruturação, ficaria líquido só ao longo de anos de parcelas recebidas. Com emissão de CRI, a incorporadora monetiza hoje os contratos de venda assinados — recebendo capital à vista (ou parcelado por obra) enquanto distribui o risco de crédito pra investidor qualificado.
Comparado ao funding bancário tradicional, CRI oferece prazo mais longo (até 180 meses vs. 60-84 do banco), custo normalmente mais competitivo (especialmente pra carteiras com inadimplência baixa), e estrutura recorrente para incorporadoras com pipeline contínuo de lançamentos — sem reabrir negociação a cada novo projeto.
Pra quem é
Volume
Carteira de recebíveis R$ 20MM+, pipeline contínuo.
Histórico
Inadimplência <3% na carteira histórica.
Estrutura
SPE/holding com governança formalizada, balanços auditados.
Objetivo
Capital recorrente, mais longo que banco, sem comprometer covenant adicional.
Como estruturamos
Mapa de contratos, inadimplência, perfil dos compradores, sazonalidade de pagamento.
Lastro, rating quando aplicável, custódia, escritura. Estrutura jurídica formal.
Book com investidor qualificado (FIDC, fundo, family office). Distribuição restrita CVM 476.
Liquidação financeira, monitoramento mensal da carteira, reporting institucional.
Cenários reais
Antes
Pipeline contínuo de 4 lançamentos/ano. Funding bancário caro (CDI+5%) e burocrático. Caixa sempre esticado entre lançamentos.
Depois
CRI R$ 35MM com lastro em carteira dos 4 lançamentos. Custo 60bps abaixo do CDI bancário. Distribuição em investidor qualificado. Capital recorrente.
Antes
Funding bancário em curso, prazo 60 meses, encurtando fluxo. Próximo lançamento prensado, custo de captação acima da meta.
Depois
CRI R$ 60MM, lastro recebíveis, 180 meses, custo casado com IPCA + 6%. Funding bancário substituído integralmente, fluxo alongado, pipeline desbloqueado.
Cenários ilustrativos baseados em casos reais. Estruturas, prazos e custos variam por análise individual.
Outras estruturas dessa vertical
Estruturas de capital pra cada ciclo da incorporação.
Ver funding →Operação curta pra terreno, projeto aprovado e alvará.
Ver crédito-ponte →Funding de obra liberado por etapa conforme avanço físico.
Ver produção →Voltar pra Impulso Construção
Perguntas frequentes
R$ 20MM em recebíveis pra emissão fazer sentido econômico. Custos fixos de estruturação (rating, custódia, escritura) só diluem em emissão razoável. Incorporadoras com pipeline contínuo justificam emissão menor recorrente.
Incorporadora com pipeline contínuo (3+ lançamentos/ano), histórico de inadimplência da carteira baixo (<5%), governança formalizada e balanços auditados. CRI funciona pra quem tem volume e maturidade institucional.
Investidor qualificado via book privado (FIDCs, fundos, family offices) — não pulverização varejo. A distribuição é restrita por CVM 480/555 mas é mais ágil e tem custo menor que oferta pública.
60-90 dias. Inclui auditoria da carteira (15-30 dias), estruturação jurídica (escritura, custódia, rating quando aplicável, 30-45 dias) e book/liquidação (15-30 dias). Estruturas com rating prévio aceleram pra 45-60.
Em 1 dia útil: avaliação da carteira, lastro estimado, estrutura sugerida.